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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Com a palavra...

Não voto em Aécio - Ana Lúcia: http://youtu.be/kGzWQgxd6Hs

domingo, 19 de janeiro de 2014

Bolsa Formação para Professores de Escola Pública

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20141:professor-do-ensino-medio-pode-aderir-a-pacto-a-partir-do-dia-20&catid=211&Itemid=86

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A BANCADA DA EDUCAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL


Câmara - Deputados reeleitos
Angelo Vanhoni (PT-PR): atual presidente da Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Casa, inicia em 2011 seu segundo mandato. Participou de forma ativa da Conferência Nacional de Educação (Conae).

Alice Portugal (PcdoB-BA): membro da CEC, a deputada trabalha com os temas da juventude e ensino superior público. O movimento estudantil é uma de suas bases principais.

Fátima Bezerra (PT-RN): pedagoga e professora, vai para o terceiro mandato. Foi relatora da lei que criou o Fundeb e coordena a Frente Parlamentar em Defesa do Piso dos Professores.

Gastão Vieira (PMDB-MA): eleito para seu quinto mandato, licenciou-se em 2009 para assumir a Secretaria de Planejamento do governo Roseana Sarney. Também foi secretário estadual de Educação e é titular da CEC.

Paulo Rubem Santiago (PDT-PE): professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi líder de entidades de representantes da categoria. É atual vice-presidente da CEC.

Gilmar Machado (PT-MG): professor de história, é membro da CEC e da Frente Parlamentar Evangélica. É dele o projeto de lei para permitir que os alunos de cursos pedagogia quitem a dívida do Fies com trabalho na rede pública.

Reginaldo Lopes (PT-MG): trabalha pela criação de políticas públicas para a juventude. É membro da CEC e relator do projeto que reconhece a responsabilidade do Estado pela destruição da sede da UNE durante a ditadura.

Ivan Valente (PSOL-SP): trabalha especialmente com questões do ensino superior e critica o atual modelo de avaliação educacional do país. Eleito deputado pela quinta vez, foi titular da CEC.

Nilson Pinto (PSDB-PA): professor e ex-reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), começa em 2011 o quarto mandato. É titular da CEC e trabalha pela expansão do ensino superior no seu estado.

Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE): médico, divide sua atuação na casa entre a saúde e a educação. É suplente da CEC e já foi quatro vezes eleito deputado federal.

Chico Lopes (PCdoB-CE): é professor e atua principalmente na defesa da categoria. Foi eleito para o seu segundo mandato.

Professor Sétimo (PMDB-MA): foi líder do sindicato dos professores no Maranhão. É titular da CEC e inicia em 2011 seu segundo mandato.

Osmar Serraglio (PMDB-PR): professor universitário, atua pela expansão do ensino superior e técnico no seu estado. É suplente da CEC.

Henrique Afonso (PV-AC): ex-líder sindical e professor universitário, foi eleito pela terceira vez. É um dos idealizadores da Universidade da Floresta, extensão da UFAC.  É também membro da Frente Parlamentar Evangélica.

Alceni Guerra (DEM-PR): suplente da CEC, é o autor da proposta que institui jornada integral nas escolas públicas, projeto que ainda tramita na casa.

Câmara - Deputados novos

Alessandro Molon (PT-RJ): foi professor da rede estadual e é advogado. Em seus dois mandatos como deputado estadual, a educação foi uma das principais bandeiras.

Artur Bruno (PT-CE): é professor há 30 anos. Foi eleito duas vezes deputado estadual. Comandou a comissão de educação da Assembleia do Ceará.

Newton Lima Neto (PT-SP): foi duas vezes prefeito de São Carlos, reitor da UFSCar e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). É engenheiro químico e professor universitário. Próximo ao presidente Lula, chegou a ser cotado para o ministério de Dilma.

Gabriel Chalita (PSB-SP): ligado à Igreja Católica, foi secretário de Educação de São Paulo. É autor de mais de 50 livros sobre educação, ética e filosofia. Teve papel importante na campanha de Dilma durante o segundo turno.

Professora Dorinha (DEM-TO): foi presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) quando estava à frente da pasta no Tocantins. Foi professora e diretora de escola estadual.

Ságuas Moraes (PT-MT): foi deputado estadual e secretário de Educação do governo Blairo Maggi. É economista.

Pedro Uczai (PT-SC): foi deputado estadual e liderou a comissão de educação na Assembleia, onde aprovou legislação que garante bolsas de estudo no ensino superior para a população.
É professor universitário.

Antonio Imbassahy (PSDB/BA): ex-governador da Bahia, colocou a educação como prioridade para o seu mandato. Prometeu trabalhar especialmente pelo ensino profissionalizante.

Cesar Colnago (PSDB/ES): é médico e foi secretário de Educação de Vitória. Em seus mandatos como deputado estadual, atuou principalmente na educação.
Senadores que permanecem no cargo ou reeleitos

Marisa Serrano (PSDB-MS): atual vice-presidente da Comissão de Educação da Casa, termina o mandato só em 2014. Formada em letras e pedagogia, foi professora, diretora de escola e secretária de Educação do estado.

Inácio Arruda (PcdoB-CE): membro da CE, o senador é relator do projeto de lei que criou a Universidade da Integração Luso-afro Brasileira (Unilab), a última das 14 criadas no governo Lula.

Cristovam Buarque (PDT-DF): um dos nomes mais atuantes da educação no Congresso, inicia seu segundo mandato. Foi ministro da Educação e é autor de projetos como o do Piso Nacional do Magistério.

Novos senadores

Lídice da Mata (PSB-BA): ex-prefeita de Salvador, foi deputada federal (2007-2011) e membro da Comissão de Educação da Câmara. É economista e começou a carreira no movimento estudantil.

Ângela Portela (PT-RR): foi membro da Comissão de Educação da Câmara e agora segue para o Senado. Trabalhou como professora da rede estadual de Roraima.

Lindberg Faria (PT/RJ): ex-líder estudantil do movimento caras-pintadas. Foi duas vezes deputado federal e prefeito de Nova Iguaçu, onde criou programas para facilitar o ingresso de jovens no ensino superior.

Marinor Brito (PSOL-PA): ficou com a vaga depois que o TSE barrou a candidatura de Jader Barbalho. É professora da rede pública e uma das líderes sindicais da categoria no estado.

Marta Suplicy (PT-SP): liderança nacional do partido, foi deputada federal, prefeita de São Paulo e ministra do Turismo. Em sua gestão paulistana, destacou-se pelo projeto dos Centros de Educação Unificados (CEUs).

Paulo Bauer (PSDB-SC): foi vice-governador do estado e quatro vezes deputado federal. Licenciou-se do último mandato na Câmara para assumir a Secretaria de Educação no governo de Luiz Henrique da Silveira, cargo que ocupou por três anos.

Fonte: Revista Educação

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Educadores dão sinal verde para estudar com MSN, vídeo e música

É consenso entre educadores que método tradicional de estudo não combina com perfil do jovem
É possível um jovem estudar e aprender ouvindo MP3, navegando na internet e com a janela de conversas instantâneas aberta na tela do computador? Sim, é a resposta de pedagogos e psicólogos, apesar da descrença ou desconfiança de alguns pais, educados em épocas menos interativas.
É consenso entre os educadores que os métodos tradicionais de estudo não combinam com o perfil cada vez mais dinâmico e acelerado dos jovens, que têm acesso irrestrito a informações e tecnologias. Se antes a recomendação era de se reservar um canto silencioso e vazio da casa para o ritual solitário do estudo, hoje existe a percepção de que a interatividade, a internet, a música e até os cheiros podem ser aliados no processo de aprendizado.
Para a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo, até o modo de raciocinar da nova geração sofre influência das tecnologias e, sendo assim, não se pode mesmo esperar que o estudo permaneça igual. “Dá impressão que os jovens raciocinam no formato de hiperlinks. Quando estão discutindo um assunto, juntam as fontes, fazem ligações como se estivessem navegando na internet.”
Rosa nota que as novas gerações desenvolvem funções cognitivas diferentes e que isso acaba confundindo, além dos pais que acompanham o estudo dos filhos, os professores, ainda despreparados para esse fenômeno.
O comportamento de Kiara Sauer, de 16 anos, estudante do ensino médio, é um sinal dos tempos. Ela só consegue estudar via MSN, programa de conversas instantâneas via internet, usando o canal para explicar aos amigos que estão online o tema que está aprendendo. E, nesse universo, não faz diferença para a jovem se o interlocutor de plantão está ou não interessado no assunto.
“Só assim consigo estudar e, para mim, dá resultado”, diz Kiara, que explica online detalhes de geografia aos amigos ao mesmo tempo em que ouve, no modo aleatório, as 3 mil canções que tem armazenadas no MP3.

“Hoje, o aluno conversa pelo Skype (programa de fala via internet), ouve música, responde e-mails, tudo ao mesmo tempo. Por isso, estudos apontam que as crianças têm uma complexidade neural 25% maior do que a de um adulto”, afirma a pedagoga Aline Sério, gerente pedagógica do sistema educacional Universitário.
Mas, com tanta informação disponível, é necessário filtrar e analisar os conteúdos, diz Aline. “Simplesmente receber informações aleatoriamente não leva a nada, provoca confusão.” Para ela, é tarefa dos adultos – pais e professores – ajudar os jovens a encontrar informações importantes e avaliá-las de modo crítico. Disciplina e organização, alertam especialistas, são elementos que não saíram de moda. “Temos de trabalhar a questão do ensinar a buscar informação, fazer o jovem entender o processo de transformar informação em conhecimento”, diz a educadora.
O diretor dos colégios Módulo e Paulista, Wagner Sanchez, enfatiza na geração “multitask”, ou multitarefa, a importância do uso dos cinco sentidos no aprendizado para se criar, na mente do estudante, referências que facilitem a absorção do conteúdo. Como exemplo, cita um professor que, na aula sobre reprodução de plantas, levou um pé de laranjeira para sala.
“Aquilo tinha cheiro extraordinário. Quando o professor retomou o tema, os alunos imediatamente se lembraram do cheiro e do que tinham aprendido.”
O educador Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, afirma que o fato de os alunos estudarem em lugares variados e romperem o antigo ritual de estudo também tem a ver com o perfil modificado das famílias. “O aluno acaba aprendendo a estudar em qualquer lugar. É mais uma condição do que necessariamente uma escolha”, acredita.

Fonte: www.fndc.org.br

segunda-feira, 4 de outubro de 2010